sábado, 11 de dezembro de 2010

Sim, cara, diga mais. Não pode viver sem ela, só pode beber cerveja sem álcool, não pode sair no escuro, nem andar a cavalo e nem escalar picos altíssimos. Não quer mais saber da Belle de Jour, não quer mais me chamar para dançar, nem sair para causar, nem curtir com os caras.



Diga mais, man, diga mais. Sim, alguém muito mais interessante, outra fase da vida, eu tenho que entender, todos nós, sei. O que há? Ela gosta de dançar, inclusive com outros caras. Não há nada, o show é seu. Hãrã, entendo, ela te liga e te manda mensagens de boa noite e por isso acha justo colocar tudo a perder. Sei, cara, conta mais. A vida ficou mais bonita com ela e a dela ficou mais bonita também?


Hahahaha, sei, cara. Esse filme eu já vi.


Foto publicada às 07:44

domingo, 5 de dezembro de 2010

Sozinho - Peninha

                   'Por que você me esquece e some? E se eu me interessar por alguém?' 


"Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali, sonhando acordado
Juntando
O antes, o agora e o depois..
Porque você me deixa tão solto?
Porque você não cola em mim?

Tô me sentindo muito sozinho

Não sou nem quero ser
O seu dono
É que um carinho às vezes
Cai bem
Eu tenho os meus
Desejos e planos
Secretos!
Só conto prá você
Mais ninguém...
Porque você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?

E se ele de repente me ganha?

Quando a gente gosta
Claro que a gente cuida

Fala que me ama só
Que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Oh! Oh! Oh! Oh!
Onde está você agora?

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

"Até que a mulher que a gente ama, VACILA e põe tudo a perder."
"A pior vingança de uma pessoa é permanecer fiel a outra pessoa traidora. "

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Nem nada e nem ninguém.
Francisco, Francisco, Francisco. Não lhe trocaria.
Às vezes estamos tão vazios e amargurados, que escrevemos apenas o que querem ler, mas nunca sem sentimentos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Quando ele era mais negrinho, mais magrinho, sem grana no bolso e com cabelo carapinha as cocotinhas não davam a menor atenção. Só aquela otária que amava sem fronteiras, sem fronteiras.



Agora tudo mudou, e ela continua além das fronteiras.


  Eu tenho vontade de quando alguém me perguntar “o que você faz?” eu responder “ah, eu sou escritora”.



Sem adjetivos para “escritora”, apenas escritora.


" Enquanto você dorme com uma camiseta cheirosa e é, posso dizer com certeza, a pessoa mais bonita que eu já vi numa cama desarrumada."