sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Uma vez ele chegou para mim e tentou me convencer a não ficar com João. Ele chegou dizendo “Ele é um cara do caralho, mas prefira a amizade dele, não quero que você se magoe. Eu o conheço muito bem.”
Mal sabia ele que eu já tinha prometido para mim mesma que ninguém mais me magoaria. Ele dizia coisas como ‘às vezes eu quero te dizer umas coisas para te proteger, mas acho que você não precisa”. Mal sabia ele que a proteção dele era tão verdadeira, tão serena, que eu sempre queria um pouco mais.
Eu fiquei com o João e o João mentiu para ele que não. Ele veio me perguntar e eu confirmei, então ele disse ‘ele negou para mim. Entendeu por que não queria? Você está magoada e não quero que fique assim.”
Eu disse “Se você já sabia é porque não sou a primeira, deve ser típico dele. Mas, meu anjo... magoada jamais.’’
E ele respondeu:
- Não precisa mentir para mim, eu entendo você.
- “Eu sei que qualquer garota ficaria magoada no meu lugar, mas...”
E então ele completou “Mas você não. Porque você não é qualquer garota.”
E eu descobri que eu não sou qualquer garota. Ele me mostrou que eu não sou qualquer garota! Por isso a perda dele vai doer, mas não vou decepcioná-lo, ele sempre soube que eu não ia deixá-lo me ver chorar.
-Vou sentir sua falta, Andrey. De coração, cara.
-Vou sentir sua falta, Andrey. De coração, cara.
*· * João é nome fictício.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Quantas vezes dormi e acordei com você engasgado na garganta, sem conseguir te engolir de vez ou te cuspir para longe.
Eu queria cuidar de você, te ensinar que aquele vizinho não é um cara gente boa e que o que ele quer mais é foder com a sua vida.
Se você ouvisse cada coisa que te falo com o coração, você nem sequer fumaria esses cigarros.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Música: Pra não dizer que não falei das flores:
"Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente."
"Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente."
terça-feira, 12 de abril de 2011
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